Homem estranho, agarra a minha mão e leva-me a dançar um tango. Diz assim, junto ao meu ouvido, que queres fazer de mim a tua mulher… diz-me isso e eu irei.
Dançaremos a vida tal como ela é.
Serei tua, nesse tango. E quando a dança terminar, já não serás um estranho. Saberei já tudo de ti, mas mesmo assim, continuarei a dançar contigo porque o amor é mesmo isso: saber que há sempre mais e mais para descobrir, mesmo que os passos da dança sejam os de sempre, repetidamente… repetidamente.
Rita in Lugar dos Devaneios
Mexa os ovos e adicione o queijo, o sal, a pimenta e a água. Numa frigideira anti-aderente, aqueça o azeite, espalhe os ovos com o queijo, deixe fritar por 3 minutos, vire e.. nasce assim mais um blog!
terça-feira, 1 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
No Dia dos Namorados a Rita disse...
"Mas não me peças nada de novo... Não me peças as minhas mãos, o meu olhar e o meu corpo. Estão vazios para ti."
Rita
Rita
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Espaço no meu tempo.
"E daqui não tiro nada, apenas a vontade de ser eu própria dentro do meu espaço e do meu tempo.
Somos cruéis quando temos que ser, somos assim como uma Antigona em acto de desespero, que apenas pede a compreensão pelos seus próprios actos."
Rita
Somos cruéis quando temos que ser, somos assim como uma Antigona em acto de desespero, que apenas pede a compreensão pelos seus próprios actos."
Rita
sábado, 25 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
No Cais do Sodré
Juntos caminhavam: um homem que se sente sempre sozinho e uma mulher que quer, desesperadamente, ser amada por todos.
Pano de fundo: Cais do Sodré e sua luz.
Foi isto que vi. Dois perdidos.
Rita
Pano de fundo: Cais do Sodré e sua luz.
Foi isto que vi. Dois perdidos.
Rita
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
"O Coração que é meu"
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Na minha rua existe um coração pintado no chão.
É visto por todos, é pisado por todos, é ignorado por todos.
Menos por mim. Sei quem o fez, quando o fez e porque o fez.
E mesmo quando a água da chuva levar o coração da calçada, vou guardá-lo na minha memória. Uma memória especial onde guardo tudo o que foi nosso.
Queria guardar-te em mim e em cada novo coração que encontro nas ruas de Lisboa. Mas este meio coração, o verdadeiro, que me faz sentir que estou viva, não me deixa guardar-te. Parece que está cheio de não sei o quê, ou demasiado vazio… Tão vazio que mesmo eu me perco neste infinito absurdo.
Absurdo, é também este limiar entre o amar e o não amar. Entre o querer viver tudo de novo, e o perceber que memórias são memórias e já não se consegue vivê-las.
Um dia já não estarei nesta rua. E o coração? Ficará? Ou o tempo tratará de o arrancar? Espero que não doa. Que não me doa, como dói agora a minha memória especial onde guardo tudo o que foi nosso.
Rita
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