terça-feira, 4 de maio de 2010

"Não tínhamos época nem propósito. (...) E assim nós morremos a nossa vida, tão atentos separadamente a morrê-la que não reparámos que éramos um só, que cada um de nós era uma ilusão do outro, e cada um, dentro de si, o mero eco do seu próprio ser..."
Vicente Guedes, Na floresta do alheamento (Livro do Desassossego)

sábado, 27 de março de 2010

Queria agarrar-te e dizer o quanto gosto de ti! Queria mostrar-te que o tempo está a passar por ti e a cada minuto perdes uma oportunidade de mudares a tua vida. Queria que te amasses mais, que percebesses o quanto és linda. Queria voltar a ter-te como te tinha… queria que soubesses que sinto a tua falta.

Dói.


Rita

domingo, 3 de janeiro de 2010

Tempos Vagabundos


Tempos vagabundos são os tempos de espera.

O vento frio passa por mim.
Percorro uma estrada que me conduz a ti.
E sonho em ficar no teu silêncio profundo, onde posso sentir cada poro da tua pele.
Vagabundos porque não são tempos meus nem de ninguém. São tempos perdidos no espaço enquanto espero por ti.

Rita

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Jonas Mekas

Voz maravilhosa, imagens genuínas e autênticas. Texto lindíssimo. Jonas Mekas.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

One more chance!

Bloc Party... de novo! :)





"This time things will be different
And you're gonna see, see
These hands will come around
You'll love their touch again
This time things will be different
And you're gonna see, see
Give me one more chance"

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

No teu deserto


Apesar de estar repleto de clichés e notar-se um ego exagerado de MST, No teu deserto marcou-me… talvez pela personagem feminina ou talvez por tocar um assunto em que tantas vezes penso… isso do silêncio e de termos medo dele.

No teu deserto é uma "viagem" pelo deserto do sahara, uma viagem sem regresso... Uma história sobre o poder do silêncio, sobre a partilha e sobre o companheirismo. Uma homenagem a uma mulher. Uma carta em forma de livro com tudo aquilo que ficou por dizer… palavras que ficaram suspensas no tempo.


"Éramos donos do que víamos: até onde o olhar alcançava, era tudo nosso. E tínhamos um deserto inteiro para olhar."

...

"Ficaste assim para sempre, com aquela idade, aquela felicidade, suspensa, eterna, desde o instante que te apontei a minha Nikon e tu ficaste exposta, sem defesa, sem segredos, sem dissimulação alguma.
Foi o terceiro dia da nossa viagem, na estrada entre Oran e Argel, Novembro de 1987."
MST


“Às vezes também sinto um vazio. Também queria encontrar esse nada que é tudo… esse mar de areia. Esse… meu deserto.

Um dia chegarei lá!”

Rita




segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Andanças




E de novo uma entrega em cada dança, a liberdade no corpo e a vontade de dançar até não sentir mais estes pés feitos de pó e de terra.